domingo, 22 de março de 2020

7º A/B - Prof. Filipe

ATIVIDADE 02 (de 30 de Março a 05 de Abril).

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 As dúvidas poderão ser escritas na opção comentários deste blog.


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ATIVIDADE 01 (de 23 de Março a 29 de Março)

1-
   a)     O movimento de ____________________________________________ é responsável pela distribuição das quatro estações do ano.

  b)    Quando for ______________________________________ no hemisfério ________________________________, será verão no hemisfério Sul.

 c)     Quando for primavera no hemisfério _______________________________, será _____________________________ no hemisfério Norte.

 d)    Por causa do movimento de ______________________________________, os raios solares não iluminam toda a superfície terrestre ao mesmo tempo.


2 - Explique o movimento de translação da Terra e qual sua relação com o fato de haver diferentes estações ao longo do ano.

3 - Nas afirmativas a seguir, assinale falso (F) ou verdadeiro (V):
(   ) A rosa dos ventos é usada na determinação da posição relativa dos lugares.
(   ) Não existe um sistema capaz de determinar a posição absoluta dos lugares.
(   ) O sistema de coordenadas geográficas fornece um endereço único para cada lugar da superfície da Terra, portanto, pode ser considerado uma forma de orientação absoluta.
(   ) Norte, sul, leste e oeste são chamados de pontos colaterais.
(   ) O sistema de coordenadas geográficas é utilizado na determinação da posição relativa dos lugares.
4 - Explique o que são coordenadas geográficas e dê exemplos de suas utilidades para o ser humano.
5 - Nas afirmativas a seguir, assinale falso (F) ou verdadeiro (V):
(   ) Os paralelos são linhas imaginárias traçadas paralelamente à Linha do Equador. 
( ) A Linha do Equador divide a Terra em dois hemisférios, norte e sul. 
( ) Os meridianos são linhas imaginárias traçadas de um pólo ao outro. 
(   ) A latitude é a distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre à linha do Equador.
(  ) A longitude é a distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre ao Meridiano de Greenwich. 
(  ) Por meio das coordenadas geográficas, não é possível a localização exata de qualquer ponto na superfície terrestre.

Texto de apoio para a atividade

6. Orientação relativa: a rosa-dos-ventos

Os movimentos da Terra
Diariamente, enxergamos o Sol “levantar-se” num lado do horizonte, percorrer uma trajetória pelo céu e “esconder-se” do outro lado do horizonte. Trata-se do movimento aparente do Sol: aparente, pois, na realidade, não é o Sol que gira em torno da Terra, mas a Terra que gira em torno do Sol. Por causa disso, muitos povos e civilizações antigas acreditaram que a Terra era o centro do Universo. Este giro é chamado de movimento de translação e se completa em um período de 365 ou 366 dias. Veja as figuras “Movimento aparente do Sol” e “Movimento de translação” nas páginas 10 e 12 no caderno do aluno. O ano bissexto visa sincronizar o calendário convencional com o solar, acrescentando, a cada 4 anos, 1 dia ao ano.
A Terra também gira em torno de si mesma, realizando o movimento de rotação, no sentido anti-horário, que se completa em 23 horas e 56 minutos. Devido ao movimento de rotação, para um observador na superfície, parece que é o Sol que está se movimentando no céu, percorrendo uma trajetória que vai do nascente até o poente. Veja a figura “Movimento de rotação” na página 10 do caderno do aluno.

A rosa-dos-ventos
Entre outras coisas, os mapas servem para definir a posição dos lugares na superfície da Terra. Para determinar a posição relativa de um lugar, ou seja, a posição de um lugar em relação a outro, é preciso usar referências. A trajetória do Sol na abóbada (céu) celeste é a mais importante dessas referências.
O movimento de rotação se realiza no sentido anti-horário, ou seja, no sentido inverso dos ponteiros do relógio. Assim, do ponto de vista de todos os observadores situados na Terra, o Sol parece “nascer” sempre do mesmo lado do horizonte. Esse lado é chamado de leste ou oriente. O lado do horizonte onde o Sol parece “se esconder” é chamado de oeste ou ocidente. A partir da identificação do leste e do oeste, fica fácil localizar o rumo do norte e do sul. Uma pessoa de pé, quando olha para o leste, tem às suas costas o oeste, à sua direita, o sul e, à sua esquerda, o norte. Esses quatro pontos são chamados pontos cardeais. Veja as figuras “Os pontos cardeais” e “A rosa-dos-ventos” na página 13 do caderno do aluno.
Entre o norte (N) e o leste (E) temos o nordeste (NE); entre o sul (S) e o leste (E) temos o sudeste (SE); entre o norte (N) e o oeste (O), o noroeste (NO) e, finalmente, entre o sul (S) e o oeste (O), o sudoeste (SO). Estes pontos são os colaterais ou intermediários e também estão presentes nas bússolas, instrumento inventado pelos chineses há muitos séculos. A agulha da bússola funciona como um ímã, e sempre aponta para o campo magnético da Terra, situado nas proximidades do pólo norte. Estabelecido o rumo do norte, pode-se determinar o rumo dos demais pontos cardeais e colaterais. Para permitir a determinação da posição relativa dos lugares, os mapas devem apresentar a orientação. Por isso, muitas vezes, eles exibem uma seta apontada para o norte, como se fosse a agulha de uma bússola.

A localização relativa
Com base no que aprenderam sobre os pontos cardeais e colaterais, a posição relativa de algumas das cidades do estado de São Paulo, por exemplo, é relativa, ou seja, depende do referencial escolhido. Por exemplo, a cidade A pode estar a norte da cidade B, mas ao sul da cidade C.

7. As coordenadas geográficas

A orientação ou localização relativa tem limites. Ela só faz sentido se utilizarmos um ponto de referência. A rosa-dos-ventos não ajuda quando precisamos determinar a posição de qualquer ponto da superfície da Terra sem tomar um outro ponto como referência. Assim, existem outros tipos de sistema de localização.

A rede de coordenadas geográficas
Veja a seguir, os passos que levaram à construção do sistema de coordenadas geográficas, que conferem a cada lugar da Terra um endereço único:
- No século VI a.C., o filósofo grego Pitágoras chegou à conclusão de que a Terra era uma esfera. Devido à sua curvatura, os navios surgem no horizonte quando se aproximam do litoral, como aparece na figura “Navios surgindo na linha do horizonte” na página 17 do caderno do aluno. De fato, o nosso planeta é uma esfera quase perfeita, apenas ligeiramente achatada nos pólos;
- Sendo uma esfera, a Terra pode ser dividida em duas metades, uma ao norte e outra ao sul da linha divisória. Podemos também traçar círculos paralelos (horizontais) e perpendiculares a esta linha divisória. São as coordenadas geográficas;
- O Equador é a linha imaginária que divide a Terra em duas partes iguais. As linhas imaginárias paralelas ao Equador descrevem círculos chamados de paralelos (linhas horizontais). Os círculos descritos pelos paralelos são tanto menores quanto mais se afastam do Equador para o norte ou para o sul. Todos os pontos atravessados por um paralelo apresentam a mesma distância em relação à linha do Equador, isto é, possuem a mesma latitude. Devido ao formato da Terra, essa distância é medida em graus, minutos e segundos. As latitudes variam entre 0º, na linha do Equador, e 90º, nos Pólos Norte e Sul, como na figura “O equador, os paralelos e os pólos”, na página 19 do caderno do aluno;
- Os meridianos são linhas imaginárias que descrevem semicírculos e se encontram nos pólos (linhas verticais).Todos os meridianos são iguais, isto é, descrevem semicírculos de mesmo tamanho. No século XIX, o meridiano que passa sobre o Observatório de Greenwich foi escolhido como referência para o cálculo da longitude. Assim, as longitudes variam entre 0º, no meridiano de Greenwich, e 180º, no meridiano oposto, para leste e para oeste, como aparece na figura “Greenwich e os meridianos”, na página 20 do caderno do aluno;
- A rede de coordenadas geográficas formada pelos paralelos e meridianos permite a localização de qualquer ponto da superfície da Terra. Todos eles possuem uma latitude, ou seja, uma medida angular em relação à linha do Equador, e uma longitude, uma medida angular em relação ao meridiano de Greenwich.

Latitude, longitude e fusos horários
A rede de coordenadas geográficas permi­te que cada ponto do planeta tenha um ende­reço único e exclusivo. Entretanto, não é sim­ples medir a distância angular de um ponto em direção ao Equador (latitude) ou em rela­ção ao meridiano de Greenwich (longitude). Vamos abordar algumas estraté­gias para a realização deste cálculo.
É possível calcular a latitude com base na observação dos astros no céu. No hemisfério norte, há séculos os viajantes utilizam a Estrela Polar como referência para este cálculo. Nas proximidades do pólo norte, a estrela está acima da cabe­ça do observador; na altura do Equador, a estrela está posicionada na linha do horizonte. Assim, quando um viajante move-se na direção do Pólo Norte, ele enxerga a estrela cada vez mais elevada no céu. No hemisfério sul, os viajantes costumavam utilizar como referência a Cruzeiro-do-Sul, constelação mais pró­xima do Pólo Sul celeste. Com o auxílio de um instrumento chamado astrolábio (página 23 do caderno do aluno), uma espécie de compasso inventado pe­los gregos há mais de 2 mil anos, é pos­sível estabelecer a medida em graus en­tre a estrela-guia e o horizonte e, assim, determinar a distância angular de um certo ponto em relação ao Equador, ou seja, determinar a latitude.
Para calcular a longitude, é preciso con­siderar o movimento de rotação da Ter­ra. Como já foi visto, o nosso planeta re­aliza um giro completo (360°) em torno de si mesmo a cada, aproximadamente, 24 horas. Então, a cada hora, ela gira 15° (360o/ 24 horas = 15°). Para estabe­lecer a longitude de um ponto qualquer da Terra, é preciso saber a hora exata naquele ponto e a hora exata no meridia­no de referência, ou seja, no meridiano de Greenwich. Então, a diferença entre o horário local e o horário de referência pode ser convertida em graus, determi­nando a distância angular que define a longitude. No mapa dos fusos ho­rários, os fusos que estão a leste (direita) de Greenwinch têm as horas adiantadas em relação ao horário de referência mundial, enquanto os fusos a oeste (esquerda), as horas são atrasadas em relação ao horário de Greenwich, como podemos observar no mapa “Fuso horário civil”, na página 25 do caderno do aluno. Ofusos são ajustados em função dos horários ofi­ciais dos países.



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