ATIVIDADE
02 (de 30 de Março a 05 de Abril).
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ATIVIDADE
01 (de 23 de Março a 29 de Março)
1-
a)
O
movimento de ____________________________________________ é responsável pela
distribuição das quatro estações do ano.
b)
Quando
for ______________________________________ no hemisfério
________________________________, será verão no hemisfério Sul.
c)
Quando
for primavera no hemisfério _______________________________, será
_____________________________ no hemisfério Norte.
d)
Por
causa do movimento de ______________________________________, os raios solares
não iluminam toda a superfície terrestre ao mesmo tempo.
2 - Explique o
movimento de translação da Terra e qual sua relação com o fato de haver
diferentes estações ao longo do ano.
3 - Nas
afirmativas a seguir, assinale falso (F) ou verdadeiro (V):
( ) A rosa dos ventos é usada na determinação
da posição relativa dos lugares.
( ) Não existe um sistema capaz de determinar
a posição absoluta dos lugares.
( ) O sistema de coordenadas geográficas
fornece um endereço único para cada lugar da superfície da Terra, portanto,
pode ser considerado uma forma de orientação absoluta.
( ) Norte, sul, leste e oeste são chamados de
pontos colaterais.
( ) O sistema de coordenadas geográficas é
utilizado na determinação da posição relativa dos lugares.
4 - Explique o que
são coordenadas geográficas e dê exemplos de suas utilidades para o ser humano.
5 - Nas
afirmativas a seguir, assinale falso (F) ou verdadeiro (V):
( ) Os paralelos são
linhas imaginárias traçadas paralelamente à Linha do Equador.
( ) A Linha do Equador divide a
Terra em dois hemisférios, norte e sul.
( ) Os meridianos são linhas imaginárias traçadas de um pólo ao outro.
( ) A latitude é a distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre à linha do Equador.
( ) A longitude é a distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre ao Meridiano de Greenwich.
( ) Por meio das coordenadas geográficas, não é possível a localização exata de qualquer ponto na superfície terrestre.
( ) Os meridianos são linhas imaginárias traçadas de um pólo ao outro.
( ) A latitude é a distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre à linha do Equador.
( ) A longitude é a distância em graus de qualquer ponto da superfície terrestre ao Meridiano de Greenwich.
( ) Por meio das coordenadas geográficas, não é possível a localização exata de qualquer ponto na superfície terrestre.
Texto
de apoio para a atividade
6. Orientação relativa: a
rosa-dos-ventos
Os movimentos da Terra
Diariamente, enxergamos o Sol “levantar-se” num lado do horizonte,
percorrer uma trajetória pelo céu e “esconder-se” do outro lado do horizonte.
Trata-se do movimento aparente do Sol: aparente, pois, na realidade, não é o
Sol que gira em torno da Terra, mas a Terra que gira em torno do Sol. Por causa
disso, muitos povos e civilizações antigas acreditaram que a Terra era o centro
do Universo. Este giro é chamado de movimento de translação e se completa em um
período de 365 ou 366 dias. Veja as figuras “Movimento aparente do Sol” e
“Movimento de translação” nas páginas 10 e 12 no caderno do aluno. O ano
bissexto visa sincronizar o calendário convencional com o solar, acrescentando,
a cada 4 anos, 1 dia ao ano.
A Terra também gira em torno de si mesma, realizando o movimento de
rotação, no sentido anti-horário, que se completa em 23 horas e 56 minutos.
Devido ao movimento de rotação, para um observador na superfície, parece que é
o Sol que está se movimentando no céu, percorrendo uma trajetória que vai do
nascente até o poente. Veja a figura “Movimento de rotação” na página 10 do
caderno do aluno.
A rosa-dos-ventos
Entre outras coisas, os mapas servem para definir a posição dos lugares
na superfície da Terra. Para determinar a posição relativa de um lugar, ou
seja, a posição de um lugar em relação a outro, é preciso usar referências. A
trajetória do Sol na abóbada (céu) celeste é a mais importante dessas
referências.
O movimento de rotação se realiza no sentido anti-horário, ou seja, no
sentido inverso dos ponteiros do relógio. Assim, do ponto de vista de todos os
observadores situados na Terra, o Sol parece “nascer” sempre do mesmo lado do
horizonte. Esse lado é chamado de leste ou oriente. O lado do horizonte onde o
Sol parece “se esconder” é chamado de oeste ou ocidente. A partir da
identificação do leste e do oeste, fica fácil localizar o rumo do norte e do
sul. Uma pessoa de pé, quando olha para o leste, tem às suas costas o oeste, à
sua direita, o sul e, à sua esquerda, o norte. Esses quatro pontos são chamados
pontos cardeais. Veja as figuras “Os pontos cardeais” e “A rosa-dos-ventos” na
página 13 do caderno do aluno.
Entre o norte (N) e o leste (E) temos o nordeste (NE); entre o sul (S) e
o leste (E) temos o sudeste (SE); entre o norte (N) e o oeste (O), o noroeste
(NO) e, finalmente, entre o sul (S) e o oeste (O), o sudoeste (SO). Estes
pontos são os colaterais ou intermediários e também estão presentes nas
bússolas, instrumento inventado pelos chineses há muitos séculos. A agulha da
bússola funciona como um ímã, e sempre aponta para o campo magnético da Terra,
situado nas proximidades do pólo norte. Estabelecido o rumo do norte, pode-se
determinar o rumo dos demais pontos cardeais e colaterais. Para permitir a
determinação da posição relativa dos lugares, os mapas devem apresentar a
orientação. Por isso, muitas vezes, eles exibem uma seta apontada para o norte,
como se fosse a agulha de uma bússola.
A localização relativa
Com base no que aprenderam sobre os pontos cardeais e colaterais, a
posição relativa de algumas das cidades do estado de São Paulo, por exemplo, é
relativa, ou seja, depende do referencial escolhido. Por exemplo, a cidade A
pode estar a norte da cidade B, mas ao sul da cidade C.
7. As
coordenadas geográficas
A orientação ou localização
relativa tem limites. Ela só faz sentido se utilizarmos um ponto de referência.
A rosa-dos-ventos não ajuda quando precisamos determinar a posição de qualquer
ponto da superfície da Terra sem tomar um outro ponto como referência. Assim, existem
outros tipos de sistema de localização.
A rede de coordenadas geográficas
Veja a seguir, os passos que
levaram à construção do sistema de coordenadas geográficas, que conferem a cada
lugar da Terra um endereço único:
- No século VI a.C., o filósofo grego Pitágoras
chegou à conclusão de que a Terra era uma esfera. Devido à sua curvatura, os
navios surgem no horizonte quando se aproximam do litoral, como aparece na
figura “Navios surgindo na linha do horizonte” na página 17 do caderno do aluno.
De fato, o nosso planeta é uma esfera quase perfeita, apenas ligeiramente
achatada nos pólos;
- Sendo uma esfera, a Terra pode ser dividida em
duas metades, uma ao norte e outra ao sul da linha divisória. Podemos também
traçar círculos paralelos (horizontais) e perpendiculares a esta linha
divisória. São as coordenadas geográficas;
- O Equador é a linha imaginária que divide a Terra
em duas partes iguais. As linhas imaginárias paralelas ao Equador descrevem
círculos chamados de paralelos (linhas horizontais). Os círculos descritos
pelos paralelos são tanto menores quanto mais se afastam do Equador para o
norte ou para o sul. Todos os pontos atravessados por um paralelo apresentam a
mesma distância em relação à linha do Equador, isto é, possuem a mesma latitude.
Devido ao formato da Terra, essa distância é medida em graus, minutos e
segundos. As latitudes variam entre 0º, na linha do Equador, e 90º, nos Pólos
Norte e Sul, como na figura “O equador, os paralelos e os pólos”, na página 19
do caderno do aluno;
- Os meridianos são linhas imaginárias que
descrevem semicírculos e se encontram nos pólos (linhas verticais).Todos os
meridianos são iguais, isto é, descrevem semicírculos de mesmo tamanho. No
século XIX, o meridiano que passa sobre o Observatório de Greenwich foi
escolhido como referência para o cálculo da longitude. Assim, as longitudes
variam entre 0º, no meridiano de Greenwich, e 180º, no meridiano oposto, para
leste e para oeste, como aparece na figura “Greenwich e os meridianos”, na
página 20 do caderno do aluno;
- A rede de coordenadas geográficas formada pelos
paralelos e meridianos permite a localização de qualquer ponto da superfície da
Terra. Todos eles possuem uma latitude, ou seja, uma medida angular em relação
à linha do Equador, e uma longitude, uma medida angular em relação ao meridiano
de Greenwich.
Latitude, longitude e fusos horários
A rede de coordenadas
geográficas permite que cada ponto do planeta tenha um endereço único e
exclusivo. Entretanto, não é simples medir a distância angular de um ponto em
direção ao Equador (latitude) ou em relação ao meridiano de Greenwich
(longitude). Vamos abordar algumas estratégias para a realização deste
cálculo.
É possível calcular a latitude
com base na observação dos astros no céu. No hemisfério norte, há séculos os
viajantes utilizam a Estrela Polar como referência para este cálculo. Nas
proximidades do pólo norte, a estrela está acima da cabeça do observador; na
altura do Equador, a estrela está posicionada na linha do horizonte. Assim,
quando um viajante move-se na direção do Pólo Norte, ele enxerga a estrela cada
vez mais elevada no céu. No hemisfério sul, os viajantes costumavam utilizar
como referência a Cruzeiro-do-Sul, constelação mais próxima do Pólo Sul
celeste. Com o auxílio de um instrumento chamado astrolábio (página 23 do
caderno do aluno), uma espécie de compasso inventado pelos gregos há mais de 2
mil anos, é possível estabelecer a medida em graus entre a estrela-guia e o
horizonte e, assim, determinar a distância angular de um certo ponto em relação
ao Equador, ou seja, determinar a latitude.
Para calcular a longitude, é
preciso considerar o movimento de rotação da Terra. Como já foi visto, o
nosso planeta realiza um giro completo (360°) em torno de si mesmo a cada, aproximadamente,
24 horas. Então, a cada hora, ela gira 15° (360o/ 24 horas = 15°).
Para estabelecer a longitude de um ponto qualquer da Terra, é preciso saber a
hora exata naquele ponto e a hora exata no meridiano de referência, ou seja,
no meridiano de Greenwich. Então, a diferença entre o horário local e o horário
de referência pode ser convertida em graus, determinando a distância angular
que define a longitude. No mapa dos fusos horários, os fusos que estão a leste
(direita) de Greenwinch têm as horas adiantadas em relação ao horário de
referência mundial, enquanto os fusos a oeste (esquerda), as horas são
atrasadas em relação ao horário de Greenwich, como podemos observar no mapa
“Fuso horário civil”, na página 25 do caderno do aluno. Os fusos
são ajustados em função dos horários oficiais dos países.
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