ATIVIDADE
02 (de 30 de Março a 05 de Abril).
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ATIVIDADE
01 (de 23 de Março a 29 de Março)
Neocolonialismo na
África
O imperialismo na
África foi um impulso neocolonialista que resultou na colonização do continente
africano (com exceção da Etiópia e Libéria) por parte dos europeus. A
colonização implantou mecanismos de exploração intensa no continente africano e
esse processo gerou inúmeras consequências para a África que são sentidas até
hoje.
Durante esse processo
de conquista, os países europeus justificavam sua ação por meio de um discurso
civilizatório. Eles alegavam que a dominação do continente africano visava levar
o modo de vida “desenvolvido” do ocidente, com o advento das tecnologias que
haviam surgido. Além desse argumento, os europeus utilizaram a difusão do
cristianismo como pretexto. No entanto, essas justificativas foram utilizadas
para esconder o real interesse puramente econômico na região. Também foram
formuladas teorias baseadas em preconceito racial e étnico para justificar essa
dominação. Isso era conhecido como “darwinismo
social”, que partia de uma leitura equivocada da teoria da evolução das
espécies de Darwin e defendia a falsa tese da existência
da superioridade natural de determinados grupos humanos em relação a
outros.
As potências
europeias passaram a promover a ocupação do continente de maneira sistemática,
com esse processo alcançando o ápice durante a Conferência de Berlim,
realizada em 1884 e 1885.
A Conferência de
Berlim com o intuito de organizar a
divisão e ocupação do continente africano. Ao todo, participaram treze
nações: Alemanha, Reino Unido, França, Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda,
Suécia, Áustria-Hungria, Itália, Dinamarca, Estados Unidos e Império Otomano.
Essa conferência, portanto, determinou a divisão territorial da África
entre os países europeus. Foi implantada uma exploração predatória da África
que resultou na morte de milhões de pessoas. Um dos resultados da ocupação
desenfreada do continente africano foi o crescimento das rivalidades e
divergências entre as potências europeias, o que foi um dos motivos a levar à
deflagração da Primeira Guerra
Mundial alguns anos depois.
1. A chamada
“Partilha da África” deu-se no fim do século XIX, em um contexto em que as
potências nacionalistas europeias tinham expandido os seus domínios pelos
continentes asiático e africano. Sobre o processo de “Partilha da África”, é
INCORRETO afirmar que:
a) A Conferência de
Berlim foi decisiva para organizar os domínios europeus sobre o território
africano.
b) A França foi o
único país a não estabelecer domínios coloniais em território africano.
c) O Congo passou a
ser um território submetido ao domínio particular do rei Leopoldo II, da
Bélgica.
d) A “Partilha da
África” pode ser enquadrada no fenômeno mais abrangente denominado
“Neocolonialismo”.
2. A “Partilha da
África” suscitou uma grande discussão ideológica e científica que procurava
justificar a “inferioridade” dos povos africanos e a “missão civilizatória” que
a Europa desempenhava em seu processo de colonização. A corrente ideológica com
bases cientificistas que mais se destacou nessa época foi:
a) a microbiologia
b) a antropologia
cultural
c) o existencialismo
d) o darwinismo
social
2. (Puc-Rio) Assinale
a alternativa correta a respeito da expansão imperialista na Ásia e na África,
na segunda metade do século XIX.
a) Ela derivou da
necessidade de substituir os mercados dos novos países americanos, uma vez que
a constituição de Estados nacionais foi acompanhada de políticas
protecionistas.
b) Ela foi motivada
pela busca de novas fontes de matérias-primas e de novos mercados consumidores,
fundamentais para a expansão capitalista dos países europeus.
c) Ela foi
consequência direta da formação do Segundo Império alemão e da ampliação de
suas rivalidades em relação ao governo da França.
d) Ela atendeu,
primordialmente, às necessidades da expansão demográfica em diversos países
europeus, decorrente de políticas médicas preventivas e programas de saneamento
básico.
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